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Célia Galindo pede que prefeita de Arcoverde “tome as rédeas” da Secretaria de Educação









Em meio aos debates em torno de eventuais altos salários na Secretaria da Educação do município e o impasse da verba do Fundeb(precatórios) se fica com o Executivo ou com os professores, muita coisa precisa ser analisada.

Em Arcoverde, a mídia - quase sempre, na sua maioria, envolvida com interesses escusos e impublicáveis - tem ficado na berlinda porque não sabe separar o que é notícia ou o que é factóide para agradar aos caciques políticos da província.


Quanto à funcionária que recebia um gordo salário na Secretaria(e que parece ter sido afastada), a vereadora Célia Galindo lembra que quando esteve no prédio do Antigo Fórum(Av. Arlindo Pacheco) no período da reforma da Casa Pacheco, foi recebida com gestos obscenos por pessoas desse mesmo grupo. “Hoje a Secretaria de Educação do município é comandada pela mesma panelinha do governo anterior, são oportunistas - mesmo que no futuro assuma um governo de cor partidária diferente eles ‘montam no cavalo e seguem’; acho que tudo de ruim por que passa a administração Madalena  Brito é culpa desse grupo”, disse Célia adiantando esperar que a prefeita “tome as rédeas da Secretaria de Educação”.

Por outro lado, um escriba adepto do grupo adversário da prefeita e que sempre escreve verdadeiros “tratados” para uma liderança ler em certo órgão, destila raiva e ressentimento. Chama a nota da prefeita de Arcoverde aos professores de “ridícula”, em letras garrafais na manchete, ao mesmo tempo em que aplaude a prefeita de Itaíba que, segundo ele, teria se comprometido com os professores daquela cidade a deixar reservado os 60% dos precatórios até a decisão final do STF.

Mas segundo o advogado do Sintema, Sérgio Machado, que esteve em Arcoverde, “nem tudo são flores em Itaíba”. “Estivemos em Itaíba recentemente e encontramos os professores nas ruas protestando, o sindicato de lá refez resolução de uma assembléia anterior e sinalizaram acordo com a prefeita, chegaram até argüir a desistência da ação - o que por Lei não é válido; inclusive a categoria pode até convocar assembléia para analisar a destituição da diretoria do sindicato de lá”, disse Machado. O advogado disse ainda que não vê nenhum prefeito com boa vontade. “Nenhum deles vai ratear os 60% com os professores sem que haja ação judicial, da forma que está os professores de Itaíba correm o risco de não receber”, completa o advogado.

Nota da Redação: Este site tentou ouvir a secretária de Educação, Patrícia Padilha, mas a mesma está em casa se recuperando de cirurgia.




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