Exclusivo Fundef/Fundeb: Professores de Arcoverde ainda vão avaliar resultado de encontro com a prefeita Madalena Brito
A reunião da diretoria do Sintema(mais advogados da
entidade), dos professores de Arcoverde com assessoria jurídica da prefeita
Madalena Brito - para tratar de encaminhamentos quanto a possibilidade de se
pagar à categoria ou se parte dos valores dos precatórios(Fundeb/Fundef)
ficarão com o Executivo - realizada, nesta terça-feira(19.06), no Palácio
Municipal, foi considerada razoável. Este site não teve acesso, mas professores
ouvidos consideram que, de 0 à 10, o encontro foi satisfatório embora o
Executivo tenha voltado a alegar que, a proiri, vai seguir a orientação dos
órgãos fiscalizadores.
Há uma semana a Prefeitura lançou nota em que afirma que, entre
outras coisas, “não possui a intenção de
deixar de reconhecer qualquer direito dos professores; e havendo previsão legal
ou determinação decorrente de decisão judicial definitiva, cumprirá de imediato”.
Mas a nota segue: “entretanto, vale salientar que, atualmente, o Supremo
Tribunal Federal (MS n.º 35.675), o Tribunal de Contas da União (Acórdão n.º
1824/2017), e o Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco, através da
Recomendação Conjunta n.º 002/2018, pede aos municípios que apliquem as verbas
do FUNDEF, exclusivamente, na educação, não havendo, todavia, obrigação de
destinação de 60% do valor do Precatório para pagamento de remuneração de
qualquer natureza para os Professores”.
Já os professores
dizem que os órgãos fiscalizadores apenas orientam e não explicitam proibição
para que os gestores destinem o valor do precatório à categoria(item este que
está na Lei e na Constituição). De acordo com uma fonte de Belo Jardim que esteve em Brasília, o mesmo entendimento tem a Procuradoria do Ministério da Educação. Sem falar que os gestores municipais estariam,
inclusive, isentos de sofrerem punições em razão de eventual afronta a Lei de
Responsabilidade Fiscal.

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