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Visita de Armando Monteiro e Zeca Cavalcanti à Câmara: Blogueiros tiveram a iniciativa de disseminar foto, mas Célia Galindo prefere atacar jornalista



Apesar de tentar fazer jornalismo no Interior com seriedade(o que é difícil), nosso site tem sido alvo de muitos ataques. O último deles partiu, na última segunda-feira(09.07), da vereadora Célia Galindo que, insatisfeita com nossa cobertura acerca da visita de Armando Monteiro e Zeca Cavalcanti à Casa James Pacheco, usou a tribuna para achincalhar este jornalista de forma grosseira.

Mas “vamos por partes”, como diz o açougueiro. A ira da vereadora não tem sentido, por que quem primeiro disseminou a foto do tal encontro do arqui-inimigo da gestão municipal com parte da bancada da situação foi o blogueiro que é o “queridinho da sociedade” e o outro blogueiro da oposição que recebe rios de dinheiro de um grupo político local(como comprovei através de dados do aplicativo(https://nossosrepresentantes.firebaseapp.com/maps) cujo conteúdo é baseado no Portal da Câmara dos Deputados. Eles fizeram um trabalho gigantesco de “assessoria”: mandaram a foto para colegas da Capital e de outras cidade do Estado. Até um  blogueiro de Petrolina deu destaque.



A isso se soma o fato de que a raiva da vereadora não deveria mesmo ser direcionada a mim. Vejam: na página do assessor dela(Roberto Cavalcanti) respondi, como cidadão, a uma indagação feita pelo sindicalista Draíton Moraes(que também recebeu pedradas) indagando pelos sucos dispostos na mesa de reunião com Zeca e Armando dentro de uma sala na Câmara. Quando falei em “suco verde” não estava dizendo para Célia tomar, aliás nem citei o nome da parlamentar - o fiz me referindo aos  “verdadeiros” inimigos da gestão.

Não satisfeita, Célia partiu para desqualificar meu trabalho. Disse que eu recebia “migalhas” na PMA, em outras palavras, disse que eu não era ninguém, me chamou até de “idiota” para o delírio de alguns correligionários seus que estavam na platéia.

Vou aqui responder ponto-a-ponto, até porque é cômodo demais ser atacado sem réplica pois o Regimento Interno da Casa, como se sabe, não permite que a platéia responda mesmo que quem esteja sendo atacado esteja ao mesmo sendo “esquartejado”. Primeiro chega a ser uma meia-verdade, recebo sim “migalhas” por um trabalho desenvolvido junto à Secretaria de Turismo na prospecção de aspectos da hotelaria local. Nada mais além disso. Se eu fosse “idiota”, como ela diz, não seria capaz de elaborar sequer uma frase ao contrário de outra parlamentar que só lê o que o adepto  da oposição escreve. Dizer que já apoiei Zeca é “chover no molhado”. Abro aqui parênteses: será que foi Muriê que apoiou Julião em certa campanha e anos antes dizia cobras e lagartos do Grupo Guerra? Tudo em nome da dita política, né?

Fui um mero participante de uma das suas campanhas, mas nem cheguei a participar de qualquer coordenação. Certa vez, certo cacique pediu que me chamassem para participar de um jornal impresso. Mas quando ví que seria “jornalismo marrom” - esse que é feito num escritório localizado na Rua do Lazer - caí fora na hora.

Insinuar “favores” a minha pessoa não tem nada a ver. Reconheço que Célia, assim como faz com muitas pessoas em Arcoverde, já foi “muito” atenciosa para comigo e familiares em algumas situações. Isso é normal no político. Agora, quando o favor é usado como uma isca para a pessoa ficar para sempre refém daquela situação que se encontrava, aí isso deixa de ser favor. Onde está a diplomacia da vereadora? Partir para esse tipo de expediente chega ser um paradoxo.

Insinuar que meu trabalho é feito a pedido de um ex-vereador também é uma inverdade. Atualmente presto assessoria a diversos candidatos, o que não quer dizer que eu não possa ter idéias próprias. Se algumas dessas idéias minhas são similares a algum inimigo da parlamentar, paciência; não temos o dom de ser o dono do cérebro de ninguém. A assessoria de Célia(quem são eles?) deveria lhe pedir prudência e não, quem sabe, incentivá-la a agir no impulso.

Quero, por fim, apesar de tudo, dizer que respeito a vereadora Célia. Agora que qualquer pessoa que é atacada, ainda mais injustamente, deve sim responder a altura como o fiz não deixando “pedra sobre pedra”. Os que me conhecem sabe de que lado está a verdade. Além do mais eu só durmo pensando em quem vou fazer o bem no outro dia.
(Charge: Nani).



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