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Presente de Grego: Residencial Maria de Fátima agora é a “bola da vez”




A doze dias das eleições o mote na Câmara de Vereadores de Arcoverde é o Residencial Maria de Fátima Freire, ou melhor, suas mazelas. Na sessão da última segunda-feira(24.09), os vereadores se revezaram para falar dos inúmeros problemas que os moradores vêm enfrentando. Esgoto a céu aberto, asfalto esburacado, rachaduras nas casas, luminárias quebradas e problemas de drenagem no entorno do residencial. Esses são só alguns dos problemas apontados. Há quem diga, na verdade, que o Residencial nada mais é que um “presente de grego” dado pelo governo federal ao município.

A oposição, é claro, aproveita para dizer que não vê a ação da gestão municipal no local. Já a situação garante que o Executivo tem se empenhado para minimizar os problemas. “É evidente que a prefeita Madalena Brito tem dotado aquela comunidade de melhorias, como instalação de UBSF(Unidade Básica de Saúde Familiar), creche e transporte escolar para mais de 400 alunos; agora o que as pessoas devem entender é que o Residencial é uma obra do governo federal, acho que faltaram estudos preliminares importantes antes da edificação, os problemas estão aí e agora querem jogá-los nas costas da gestão municipal”, avaliou Célia.

Inaugurado, há mais de ano, pelo então ministro das Cidades - Bruno Araújo(hoje candidato ao Senado pelas Oposições) - o Maria de Fátima tem 929 casas do Programa Minha Casa Minha Vida e fica localizado Km 5 da PE 270, na saída para a cidade de Buíque. Entre as exigências estavam: ter renda familiar de até R$ 1.600,00, residir em Arcoverde há pelo menos três anos, ter cadastro no CAD Único, não possuir nenhum imóvel em seu nome e não ter acesso a nenhum programa habitacional. Mas, poucos meses depois de inaugurado começaram a surgir denúncias que estava ocorrendo venda de unidades por parte dos moradores - o que é proibido por Lei.





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