Quadrilhas juninas de Custódia e Tupanantiga fizeram bonito no Festival Cultural da Juventude da Pedra
A penúltima noite do
segundo Festival Cultural da Juventude da Pedra – uma iniciativa da Prefeitura
daquela cidade(através da Diretoria de Cultura; com o patrocínio do
Sesc/Pernambuco e Ministério da Cultura), no sábado(14.07) - teve início, na
Quadra Poliesportiva, com concurso de quadrilhas juninas.
Participaram
representantes da Pedra, Tupanatinga e Custódia. Esta última, a Luar de Prata,
chamou atenção por se inspirar na peça “Morte e Vida Severina”, de João Cabral de Melo Neto, que mostra a difícil vida dos
retirantes do Nordeste em decorrência da seca. A quadrilha faz parte do Grupo Luar do Sertão, tem 35 figurantes, entre eles a Rainha do Arraial - a dançarina e atriz Rafaela Cristina. A diretora do grupo é Ubiratania Queiroz. A quadrilha de Custódia já conseguiu vários títulos, entre eles o segundo lugar no Concurso de Quixaba.
Quem também brilhou, já no Palco Sesc, foi a Flor de Chita, de Tupanatinga, que tem uma média de 55 íntegrantes e usa algumas músicas do Cordel do Fogo Encantado. Com sete anos de atividades, a Flor de Chita chama atenção pela criatividade pois usa tablado suspensos para dar mais plasticidade ao espetáculo. O grupo tem direção /coreografia de Alexandre Gomes e direção geral da dançarina Andreza Braz.
Depois o público assistiu a apresentação do Grupo de Siriri do Horizonte Alegre, distrito rural da Pedra, que se assemelha a uma ciranda de roda. O grupo tem mais de 40 anos de atividade, mas a dança em sim tem mais de 100 anos. “No nosso caso a dança foi trazida por um amigo de Murici(Alagoas), mas os mais antigos não sabem dizer de quando a dança começou em Pernambuco”, afirma Renato Pereira – mais conhecido como “Mestre Dedeira".
A última atração do Polo Sesc foi a Orquestra Zezé Correia, da cidade de Aliança, que brindou o público com muito frevo. Composta por 12 integrantes e mais o passista Adriano Santos, a orquestra abriu com o Hino dos Elefantes de Olinda, seguiu com o Hino do Galo da Madrugada e encerrou com “Frevo Mulher"(Zé Ramalho).
No polo Multicultural quem iniciou a função foi Nádia Maia com “Pedras que cantam"(Dominguinhos), seguido de “Pagode Russo"(João Silva) e vários hits da banda Magníficos, entre outras.
Já o grupo Quinteto Violado, na estrada há 47 anos, formado por Marcelo Melo (voz, violão e viola), Dudu Alves (voz e teclado), Roberto Menescal (voz e bateria), Sandro Lins (baixo) Ciano Alves e João Alves (percussão) , trouxe ao palco sucessos da música regional, como Asa Branca (Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga), Disparada (Geraldo Vandré e Théo de Barros), Algodão (Luiz Gonzaga), Xote das Meninas (Luiz Gonzaga), Acauã (Luiz Gonzaga) e Sete Meninas (Dominguinhos e Toninho Alves).
Já o grupo Quinteto Violado, na estrada há 47 anos, formado por Marcelo Melo (voz, violão e viola), Dudu Alves (voz e teclado), Roberto Menescal (voz e bateria), Sandro Lins (baixo) Ciano Alves e João Alves (percussão) , trouxe ao palco sucessos da música regional, como Asa Branca (Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga), Disparada (Geraldo Vandré e Théo de Barros), Algodão (Luiz Gonzaga), Xote das Meninas (Luiz Gonzaga), Acauã (Luiz Gonzaga) e Sete Meninas (Dominguinhos e Toninho Alves).
Por fim, o cantor e compositor
Geraldinho Lins encerrou a noite trazendo ao palco do festival o
seu mais novo trabalho - " Tudo e mais um pouco" que tem composições
autorais como " Um Grande Amor" e " Tô Feliz", além de regravações
como " Leilão", " Acabou acabou" e Tudo o que eu queria
agora".

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