São João 2018: Valdinho Paes foi a grande surpresa da noite de quinta-feira
O
grande público que acorreu à Praça da Bandeira, em Arcoverde, na noite da
ultima quinta-feira(28.06), para ver Marília Mendonça teve uma grata surpresa
ao conferir Valdinho Paes. Nascido na cidade da Pedra, Valdinho tem dez anos de
trajetória musical sempre priorizando o autêntico forró pé-de-serra, mas também
trazendo sua obra autoral.
Ancorado
por Sérgio Curinga(sanfona), Nando Ribeiro(teclados), Ronaldo Batata), Eudes Nascimento(baixo), San Lima(percussão, Iranildo(zabumba) e Alex Sandro(bateria), Valdinho
trouxe o show “Leve” e abriu com “Abri a porta”(da Cor do Som), seguido de “Baião”(Luiz
Gonzaga), “Só o mie”(Fulô de Mandacuru), “Pagode Russo”(João Silva)”, “Anunciação”(Alceu
Valença) e “La Belle de Jour”(Alceu Valença), entre outras. Na parte final Valdinho entoou com o público o grito de guerra dos estádios “eu sou brasileiro com muito orgulho” e encerrou com “Leão do Norte”(Lenine e Paulo César Pinheiro).
"Tocar em Arcoverde é sempre muito especial, afinal foi onde comecei profissionalmente, momento de reencontrar pessoas que fazem parte da nossa estória. Esse show teve uma energia única, fiquei emocionado e feliz; descrever isso tudo não tem palavras. Agradeço a todos pela, pela emoção e pela gratidão", afirmou Valdinho ao final do show.
"Tocar em Arcoverde é sempre muito especial, afinal foi onde comecei profissionalmente, momento de reencontrar pessoas que fazem parte da nossa estória. Esse show teve uma energia única, fiquei emocionado e feliz; descrever isso tudo não tem palavras. Agradeço a todos pela, pela emoção e pela gratidão", afirmou Valdinho ao final do show.
Já Marília Mendonça cumpriu sua tendência de star do momento e desfiou todos os seus sucessos. Ela também, a exemplo de outros artistas que se apresentaram no palco principal, abriu espaço para o funk carioca. Resumindo: as caravanas vieram de longe para ver Marília, mas ficou a sensação de que quem deu as cartas mesmo foi Valdinho Paes. Há quem diga que foi ao contrário, mas se todo mundo pensasse igual seria uma chatice.
(Foto: Amannda Oliveira/Especial).

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